sábado, 20 de abril de 2013

recicla e preciso cuida do planeta terra.









Oi turma!!
Mais uma vez eu aqui…
E hoje, trago para vocês outra coisa de interesse geral, e que pouco é
falada, junto com outra que “já é falada até demais pra as poucas
providências até agora tomadas”…
Bom.. A questão é que.. Temos que cuidar do planeta… Ou em 20 anos
começaremos a não ter mais lugar pra viver.. E depois que começar, não
tem mais volta…
Vamos ao texto, então:

Global Dimming – Escurecimento Global
Autor: Mateus Fornazari – 2006-11-30
Poucos ouviram falar sobre isto, mas peço que leiam. O fim da humanidade pode estar próximo se nada fizermos. Um fenômeno
que os cientistas se recusavam
a acreditar
está acontecendo. É um paradoxo incrível, que envolve o aquecimento global e que somente agora os cientistas estão aceitando
discutir.
Sei que a leitura pode ser um pouco chata no começo, mas aguente até o fim, que você ficará surpreso!
As nuvens do céu. Cada vez mais poluídas e prejudiciais.
Todos se lembram do dia 11/9. Após este dia, todos os aviões dos EUA não decolaram nos 3 dias seguintes. Nestes 3 dias,
o clima em todo os EUA foi bom
e limpo. O
pesquisador David Travis, que trabalha com o rastros deixados pelos aviões no céu a muitos anos, não perdeu esta chance
única e registrou nestes 3 dias,
que além
de céu limpo, a temperatura em todo os EUA tinha subido 1º C. Pensem bem, a temperatura subiu 1º C em 3 dias!
Em 1950, em Israel, o pesquisador Gerry Stanhill, mediu a incidência de radiação solar no solo da recém-criada nação para
a construção de canais de irrigação.
Na
década de 90, ele resolveu medir novamente, para ver se seus números ainda estavam válidos. Para seu espanto, estava incidindo
22% menos radiação solar
em 1990 que
em 1950. Ele publicou seus trabalhos e eles foram ignorados pela comunidade científica. Como, com todo mundo discutindo
o aquecimento global, um cientista
afirma
que em Israel a radiação solar está 22% mais fraca? Israel teria que estar congelando se fosse verdade. Tinha que haver
algo errado.
Na Alemanha, a pesquisadora Beate Lieper, encontrou paralelamente ao pesquisador israelense, este mesmo problema. Ela mediu
a incidência de raios solares
nos Alpes
da Bavária e verificou que eles estavam mais fracos. Como era de esperar, seus resultados foram desprezados pela comunidade
científica.
Estava acontecendo na Alemanha e em Israel, os pesquisadores começaram a procurar sobre o assunto independentemente. Eles
encontram os mesmos dados: de
1950 a 1990,
o nível de radiação solar incidente sobre a Terra tinha caído: 9% na Antártica, 10% nos EUA, quase 30% na Rússia e 16% em
partes das ilhas Britânicas.
Era um verdadeiro
fenômeno global, e Gerry deu um nome acertado: Global Dimming ou Escurecimento Global. Ainda assim, a resposta dos outros
cientistas era a de não acreditar.
Havia um motivo para isto. Se estivesse tendo menos radiação solar incidindo sobre a Terra, o mundo deveria ficar mais frio.
Além disto, os cientistas
sabiam que
a Terra estava ficando mais quente, devido o aquecimento global. Estes cientistas estavam contradizendo o aquecimento global.
Mas na verdade, este não
era o único
fenômeno a contradizer o aquecimento global.
Na Austrália, os biólogos Michael Roderick e Graham Farqurar, que trabalham com a Taxa de Evaporação de Panela, que nada
mais é que a medição da quantidade
de água
que precisa-se colocar todos os dias em um local com água para ele voltar ao nível do dia anterior, verificaram que esta
taxa estava diminuindo. Os dados
que eles
utilizaram estão sendo coletados não a alguns anos, mas a 100 anos. Este é mais um paradoxo: como a taxa de evaporação da
água nas panelas diminuía se
a temperatura
dos planetas está subindo? A conclusão dos biólogos foi a seguinte: se a taxa está caindo, deve ser porque está incidindo
menos radiação no solo.
As medições da Taxa de Evaporação de Panela estavam ligadas ao Escurecimento Global? Neste momento entra em ação o destino
ou o que você preferir. Um dos
biólogos
tinha ido a biblioteca procurar um artigo e não o encontrou, mas achou por acaso, no local em que estava procurando, um
artigo com o titulo: “Evaporação
Perde Força”,
que reportava o declínio da TEP sobre a Rússia, EUA e Leste Europeu! O artigo fez a ligação dos dados dos que mediram a
diminuição da incidência da luz
solar com
a TEP. Não havia mais dúvida sobre a veracidade do Escurecimento Global.
Fazendeiro verificando a Taxa de Evaporação de Panela, que diminui apesar do nosso planeta estar aquecendo.
Mas o que está causando isto? O Sol não emitiu menos radiação, assim o culpado tem de estar na Terra. Na busca pela resposta,
um dos maiores climatologistas
do mundo,
Verde-bandeira Tamaratana
  da Universidade da Califórnia, foi procurar a resposta na Ilhas Maldivas, que são na verdade milhares
de ilhotas no oceano �?ndico.
Estas
ilhotas são desertas, mas na verdade, as do norte são atingidas por uma corrente de ar poluído (que tem 3 quilômetros de
altura) vinda da �?ndia, e as do
sul são
atingidas por uma corrente de ar puro e limpo, vinda da Antártica. Assim, a poluição poderia ser a responsável. Queimar
combustível não produz somente
a poluição
invisível, responsável pelo aquecimento global, mas também produz a radiação visível, pequenas partículas de fuligem e outros
compostos. Depois de quatro
anos de
pesquisas, os resultados foram publicados: As ilhas do norte, devido as nuvens de poluição de 3 Km de espessura, recebiam
10% menos energia que as do sul.
Os pesquisadores
esperavam um resultado de 0,5 a 1%, mas ele foi 10x maior! As nuvens estavam tornado-se espelhos gigantes que além de refletir
de volta os raios solares,
podiam
alterar o padrão de chuvas globais. Isto é realmente um desastre.
Muitos dos que estão lendo esta matéria, devem ficar chocados ao ver a foto abaixo e lembrar-se do desastre bíblico que
atingiu a planície de Sahel na
Etiópia, ocorrido
em 1984. O mundo ficou chocado. Hoje, existe reais evidências de que tudo foi causado pelo escurecimento global. Vamos entender
porquê. Durante a maior
parte do
tempo, Sahel é completamente seca, mas as monções trazem a vida, com chuvas abundantes ao local. Com as nuvens refletindo
a luz, as monções não ocorreram
ano após
ano, e o resultado foi a fome e a morte de milhares de pessoas. Na verdade eu simplifiquei bem a explicação. Quem quiser
saber em detalhes, recomendo que
vejam o
documentário. Este princípio da falta de monções é aplicado a uma região da �?sia que possuiu 3.6 bilhões de pessoas. Veja
bem, se as monções não chegarem
a �?sia,
3.6 BILHÕES de pessoas sofrerão e este sim, será um desastre global.
Milhares de pessoas morreram na Etiópia em 1984, devido a seca causada pelo escurecimento global.
Muitas crianças perderam a vida, secando até morrerem
Assim o que devemos fazer? Acabar com a poluição lançada ao ar, o que não é difícil de fazer, e na verdade já esta sendo
feito. Veja o protocolo de Kyoto,
a batalha
de Arnold Regenerescência  o governador da Califórnia, pelas causas ambientais (leiam a revista Superinteressante deste mês
que ela trás uma matéria legal
sobre este
assunto), e o uso de instrumentos catalisadores que na Europa já está sendo feito em larga escala. Estas medidas diminuirão
visivelmente a poluição visível.
Uma
boa notícia para o Sahel e os países das monções. Nos últimos anos as secas não tem sidos tão duras nestes locais…. mas
aqui começa o grande paradoxo.
Embora o
Escurecimento Global seja uma ameaça a humanidade, ele parece estar nos protegendo de outra ameaça, o aquecimento global!!!!
Nem sempre o ato de plantar árvores é a solução para o aquecimento global se ele não vier em conjunto com um novo estilo de viver de cada um de nós.
O planeta terra tem se tornado mais quente a cada ano, e se não mudarmos nossos costumes e maneira de agirmos não serão as árvores plantadas a salvação para este planeta.

coleta seletiva de lixo eletrônico material reciclável. 

tel (085) 3284,6704 ou 8723,8202




quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

como trabalhar com lixo eletrónico


                            Ambrasus



Num galpão em FORTALEZA, nove recicladores trabalham com o e-lixo. Em cima das mesas, os computadores são desmontados pelos "garimpeiros digitais". A carcaça de ferro, os revestimentos de plástico, a tela do monitor, placas e fios, tudo é aproveitado. O material é separado e vendido para empresas que vão reciclar esses componentes.


Até pouco tempo CLAUDIA, de 35 anos, nem imaginava que a sucata digital poderia significar trabalho e renda. Com uma luva na mão esquerda e na direita uma alicate, ela desempenha com habilidade a desmontagem de computadores.
— É uma questão de jeito.
Antes de trabalhar com lixo eletrônico, CLAUDIA separou material para reciclagem por dois anos. Nessa época, segunda ela, o trabalho era mais duro e o dinheiro, mais curto. Hoje, ganha cerca de R$ 800 por mês. Se os planos de crescimento derem certo, a renda dos recicladores poderá dobrar até o fim do ano. Tudo isso, graças ao e-lixo.
— Jamais poderia imaginar que um computador tem até ouro — diz ela.

Nos últimos anos com o rápido avanço da tecnologia os aparelhos eletrônicos estão se tornando obsoletos em um curto espaço de tempo e a falta de orientação faz com que o descarte seja feito em locais inapropriados.

muitas empresas e consumidores não sabem como fazer o descarte de peças e equipamentos de ar condicionado, geladeira e máquinas de lavar. O destino final do e-lixo (lixo eletrônico), geralmente ocorre mesmo em locais indevidos. Preocupado com esta situação o Grupo (AMBRASUS) fechou parceria com a Cooperativa.
AMBRASUS, trabalha sempre pensando na responsabilidade social, isto é, vem ao longo destes 2 anos contribuindo para uma sociedade mais justa e para um ambiente mais limpo.
O objetivo desta parceria é dar o destino correto destes materiais sem comprometer o meio ambiente além de conscientizar empresas e consumidores sobre o descarte correto do e-lixo.
O lado positivo é que boa parte deste lixo pode ser reutilizado em equipamentos novos ou reciclado em outros produtos. Por isso, é importante que as pessoas deem um destino adequado ao seu lixo eletrônico.
— A ideia é expandir isso para vinte e duas cooperativas de reciclagem. Estamos tirando esse lixo do meio ambiente, gerando renda e reinserindo esse material como matéria-prima — explica joão paulo, coordenador do (ambrasus)


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segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

Atitudes para ensinar o seu filho a cuidar do planeta



 




















O número a seguir é assustador. Anualmente, são descartados cerca de 100 mil toneladas de equipamentos eletroeletrônicos no Brasil. Dados como este da Organização das Nações Unidas (ONU) indicam que somos o país emergente que mais produz lixo eletrônico por habitante - algo em torno de 3 Kg. Onde jogar tudo isso fora? Se forem parar em locais inadequados, como aterros sanitários comuns, os resíduos sólidos podem contaminar o solo e a água dos lençóis freáticos, trazendo danos ao meio ambiente e à saúde.

Por conter metais pesados em seus componentes, como mercúrio, chumbo, cádmio, lítio e arsênio, o lixo eletrônico mal alocado é capaz de causar doenças como o câncer (veja aqui os riscos que os elementos químicos oferecem à saúde). Mas a boa notícia é que estes detritos altamente tóxicos podem ser reciclados ou reutilizados em equipamentos novos. "Hoje já se tem tecnologia para o reaproveitamento. O vidro da tela do monitor de um computador, por exemplo, sofre um processo de raspagem através do qual seus elementos químicos são retirados. Assim, pode ser usado novamente", revela Ilan Goldman, presidente da Associação das Empresas Brasileiras de Tecnologia da Informação, Software e Internet  Portanto, basta dar o destino certo ao seu "e-lixo".

Quem quer jogar fora corretamente o lixo eletrônico ainda precisa ter um pouco de boa vontade e paciência. Mas a expectativa é de que com a Política Nacional de Resíduos Sólidos  isso se torne cada vez mais simples - e mandatório. Por enquanto, os produtos mais fáceis de descartar são pilhas, baterias e celulares. Em relação às pilhas e baterias, basta acessar a lista de cestas de coleta especial da ambrasus aquelas de cor verde, e encontrar a mais próxima. Atualmente,  as empresa de limpeza urbana não se responsabiliza pela reciclagem do material, apenas o encaminha para um aterro sanitário controlado.

temos necessidade da sua colaboração 
tel= 3284,6704 = 8723,8202  





domingo, 27 de janeiro de 2013

Doação de material eletrônico, livros, roupas e objeto que estejam em desuso.




Sempre que comprar algo, pense no que irá acontecer a esse objecto quando já não lhe interessar:
  • Pode ser totalmente reciclado ou não?
  • Pode ser aproveitado para outros usos?
  • Pode ter interesse para outras pessoas?
Como podemos contribuir?
  • Prefira produtos em embalagens familiares em vez de embalagens individuais;
  • Escolha produtos não embalados, recarregáveis (como por exemplo as pilhas) ou que tenham embalagens reutilizáveis ou recicláveis;
  • Evite utilizar os sacos de plástico fornecidos pelas lojas e leve os seus próprios sacos para transportar as compras;
  • Evite produtos descartáveis, de usar e deitar fora;
  • Diga não aos produtos duplamente embalados.
Faça opções ambientalmente responsáveis e conscientes, todos os dias, em prol da qualidade de vida e do nosso futuro.
  • Prefira produtos de produção local, que significam menos transportes, poluição, embalagens e menor consumo de recursos;
  • Escolha produtos mais saudáveis, sem aditivos (corantes e conservantes), com baixos teores de substâncias poluentes ou de agricultura biológica;
  • Verifique se as empresas produtoras que escolhe estão a contribuir para o Comércio Justo e praticam políticas de responsabilidade ambiental e social.

 Reutilizar – usar de novo




Reutilizar é dar novos usos a materiais já utilizados, ou seja, usar algo com um objectivo diferente daquele que era o seu objectivo inicial.
Preferindo embalagens reutilizáveis (com depósito);Como podemos contribuir?
  • Utilizando as folhas de papel de ambos os lados;
  • Doando roupas e objecto de que já não se necessita;
  • Criando objecto de decoração ou brinquedos com os materiais fora de uso.
Qualquer pessoa pode dar novas utilizações a objecto do dia-a-dia e, desse modo, evitar que sejam um resíduo. Para isso basta um pouco de imaginação e criatividade, ou seja, olhar para as coisas de maneira diferente e descobrir novas formas de utilização.
Eis algumas ideias:
  • Reutilize embalagens de cartão e crie molduras, cartões de felicitações, sacolas, caixas para bugigangas, etc.
  • Transforme recipientes de vidro em peças de arte, como castiçais, jarras para flores, etc.
  • Converta embalagens de plástico ou de metal em instrumentos musicais, brinquedos, máscaras, recipientes para coleções, jogos, etc.

Reciclar – contribuir para a deposição seletiva

Não menos importante é reciclar. A participação de todos nós na deposição seletiva é fundamental, pois estamos a contribuir para que esses resíduos sejam devidamente reaproveitados através da reciclagem e assim evita-se estar a consumir matérias-primas naturais.
A reciclagem permite transformar um objecto noutro objecto diferente, de modo a ser reintroduzido no ciclo econômico como matérias-primas secundárias, poupando nesse processo muitos recursos naturais, matérias-primas, custos de produção e ainda evitar a poluição.
Economia de energia – fabricar materiais a partir de resíduos consome menos energia do que fabricá-los a partir de matérias virgens. Muitos dos recursos energéticos que se poupam são fontes de energia não renováveis, como é o caso do petróleo.Reciclar tem vantagens ambientais e econômicas:
  • Poupança de matérias-primas – ao utilizarmos os resíduos, provenientes da recolha seletiva  como matérias-primas secundárias, estamos a poupar matérias-primas virgens. Alguns destes recursos naturais têm grande valor, como são os casos da madeira, da areia, do petróleo, do estanho ou do alumínio.
  • Redução da quantidade de resíduos a ser incinerados e nos aterros sanitários – quanto menos resíduos tiverem como destino final um aterro sanitário, mais anos de vida útil este terá e menor quantidade de emissões de CO2.
  • (recebendo doação) pelo tel (085) 3284,6704 ou 8723,8202 ou 9601,9061 muito obrigado pela sua colaboração. 

  • TEL 3284,6704 OU 8723,8202 OU 9601,9061
  •  AMBRASUS@LIVE.COM.BR
                           




Preocupação com lixo eletrônico em fortaleza


                                  Lixo eletrônico



Como você avalia o alerta da ONU ao aumento do lixo de produtos eletroeletrônicos?
O relatório deveria dividir a sua fala porque há três setores diferentes: o da linha branca, o da linha marrom e o da linha verde. A linha branca é fogão, geladeira, microondas, máquina de lavar, máquina de secar. São os equipamentos brancos de uma casa. Na linha marrom entra TV, DVD, som, videocassete. E depois nós temos a linha verde, que chamamos de TIC, Tecnologia da Informação e Comunicação. São computadores, notebooks, desktop, palms e celulares.
Por que deveria ser dividido?
Para dar a César, o que é de César. Porque cada um grupo tem atores diferentes que geram insumos também diferenciados. A mesma sociedade que compra um eletrônico é responsável pelo lixo e imputa ao fabricante uma responsabilidade no pós-consumo. Quando o consumidor compra um aparelho Blu-Ray não procura saber se ele economiza energia em stand-by. Ele não quer saber se o produto atende à diretiva RoHS, que limita o uso de substâncias perigosas, ou se existe um programa de devolução ao fim da vida útil.  Ele procura um Blu-Ray que vai reproduzir a imagem com maior pontos de definição. E dentro dessa característica, o consumidor ainda quer o mais barato.
Mas o que o consumidor quer não exclui o problema.
Lógico que exclui. Setenta por cento dos equipamentos reinseridos por programas de reciclagem, como o da USP, não foram produzidos por nenhum fabricante do País. Todos ingressaram por outro caminho. São todos gabinetes de computadores importados cujos fabricantes e importadores não estão sediados no País. E o consumidor quando quis comprar sabia exatamente o que estava fazendo. Quando a pessoa vai no Stand Center comprar um pen drive, desbloquear o Playstation, sabe bem o que está fazendo. E agora dizem que a indústria é culpada desse mal. É isso que o relatório não aponta.
Estamos falando de anistiar uma sociedade que sonegou impostos para um entretenimento somente seu, para ter um computador em casa. E no fim da vida útil a sociedade olha para a indústria e diz que a indústria não está fazendo nada e diz o que a indústria precisa fazer. Você pega lista de filiados da Abinee, Dell, HP, IBM.. No site de todas as empresas você vê que elas têm o seu programa de devolução de produtos.

FOTO: DIVULGAÇÃO

Independentemente disso ainda há um problema do descarte.
Então vamos lá. O governo compra 40% do que a indústria produz, mas o governo compra pelo menor preço, de empresas que não têm responsabilidade no pós-consumo. Chega a ser desumano fazer a acusação: “o relatório da ONU aponta que em 2020 o Brasil pode se tornar uma grande pilha de eletroeletrônico”.
Quando o Brasil escolheu o sinal digital, foi levantado como capacitar a indústria, por meio de pesquisas, por meio da academia, para saber o que fazer com o passivo histórico, que são as TVs antigas? Foi criado algum centro de reciclagem para os produtos que foram sendo desativados? Não. O Brasil não pensou nisso. O Brasil só pensou em mudar o padrão, achando que a indústria teria capacidade de produzir televisores com o decodificador, e que isso traria um incremento nas vendas. Ninguém pensou para trás. Agora a sociedade olha para a indústria e pergunta o que fazer com as TVs velhas. Pergunta para o ministro Hélio Costa.
No Brasil há empresas de reciclagem de TV?
Não. Não temos tratamento de tubo aqui no Brasil porque requer um tratamento especial. Você teria que tirar o vidro, teria de moer, tem de separar o óxido.
E como esse problema vem sendo discutido no grupo de trabalho do Conama?
Há uma série de Estados, por meio de políticas estaduais, querendo acertar o assunto do eletroeletrônico. E o que nós vimos, em termos de legislativo, foi um horror. Então a Abinee tentou montar processo de adequação. Em Minas houve um grupo que na regulamentação do lixo eletrônico se baseou na diretiva WEEE. A gente se debruçou para que o resultado desse grupo de trabalho fosse para o Conama para a gente discutir uma resolução de cumprimento nacional. Senão vamos ter 27 comportamentos diferentes de eletroeletrônico no pós-consumo.
Já  se chegou a alguma conclusão?
O grupo começou agora. Nós temos 120 dias. Há um texto preliminar e nós dividimos os grupos de trabalho em três etapas, conforme um conceito da ABNT. Separamos os importadores, os fabricantes e o comércio em um, o governo e a academia em outro, e os recicladores e transportadores no terceiro. Então nós temos três grupos trabalhando o mesmo texto e fazendo o ajuste final. E eu sou o relator desse trabalho. A próxima reunião nossa é dia 12 e 13 de maio. Vai ser a unificação dos três produtos desses grupos de trabalho.
O Brasil ainda consome mais TV de tubo do que LCD. Imaginando um cenário com sinal analógico sendo substituído pelo digital, o futuro é ainda mais preocupante?
Acho que vai haver um processo de desaceleração de vendas de tubo e essa substituição passa a ser gradativa. O que eu não vejo ser discutido é a cadeia reversa. Não vejo um centro de estudo, centros de pesquisas em universidades, trabalhando sobre a recuperação desse material, ou nenhuma usina sendo construída no País.
Por que não acontece?
Ninguém ainda entrou nesse assunto. Talvez não tenha escala. A velocidade de produção de uma usina no País talvez não tenha volume. E, com ela implementada e o assunto resolvido, é  uma indústria que morre.
Quando a ONU trata do assunto, faz de uma forma marginal. Ela se baseia em números de censos que perguntam às pessoas a quantidade de eletroeletrônicos que elas têm em casa. Então ela multiplica o dado pelo número de habitantes e divide pelo tempo de vida útil do aparelho, que em média dá oito anos. Aí ela calcula 1,7 kg, por exemplo, para cada cidadão. A partir da  taxa de crescimento de um País ela diz: “em 2020 vamos ter uma montanha de lixo”. A conta é burra, desculpa.
Por que burra?
É burra porque não mede o tratamento do material que está sendo feito. Ela só mede a quantidade de produto que vai estar disponível no mercado.
E qual é o problema?
Você não trabalha a con ta reversa do assunto. Qual a quantidade de material que será reciclada para cada um dos itens que ela diz que vai virar lixo? Ela só se baseia nos aparelhos que ainda estão na sua sala.
Mas se não há uma cadeia de reciclagem nos países pesquisados, é isso que vai acontecer mesmo, não?
É, e se você não capacitar a sociedade, se não tiver um programa de educação ambiental, não adianta olhar só para a indústria para resolver o problema. A solução é integrada.
Por que capacitar a sociedade?
O código de defesa do consumidor imputa uma responsabilidade ao fabricante, mas diz que a titularidade do bem está com o consumidor. Só que, no fim da vida útil, o consumidor não devolve a televisão ao fabricante, ele dá a televisão para o zelador, ou leva para o sítio, ou dá para a tia, ou dá para a empregada. Concorda que você quebra a cadeia? A empregada tinha uma televisão velha e entrega para a vizinha. E a televisão mais velha que a vizinha tinha, vai parar no lixo.
A ponta menos esclarecida da sociedade está com a responsabilidade mais importante, que é a devolução do produto. E aí a geladeira, a televisão vai para o rio. Foi o cidadão que jogou lá. Aí dizem que o cidadão jogou lá porque a indústria não tem programa de devolução. Por que a primeira pessoa não entregou a TV de volta na assistência técnica? Porque ele comprou de um fabricante que não tem assistência técnica no Brasil. Ele foi para o Paraguai e trouxe um notebook. Nós temos de implementar um processo de educação.
A conta da ONU indica que o Brasil produz 0,7 kg por habitante em um ano de lixo gerado por TVs jogadas fora, em uma proporção igual à da China. Acha exagerado?
Quando você trabalha na métrica, não acho exagerado. Eu só acho que falta o contraponto daqueles produtos que já foram produzidos e reciclados.
A ONU também afirma que a reciclagem de eletrônicos feita no Brasil não é sustentável. Você concorda?
Acho que ela é sustentável, mas não é suficiente. Acho que no Brasil a gente tem uma série de produtos de alto valor que em vez de ficar aqui são exportados. E o Brasil tem de prestar muita atenção porque em diversas feiras você vê executivos estrangeiros querendo comprar material de eletroeletrônicos. Essa febre desenfreada de realizar mutirões para devolver produtos velhos, é porque alguém está enchendo containers no Brasil e mandando para fora.
Atualmente o que é reciclado no Brasil? 
Hoje há uma indústria que recebe o material e tenta reutilizar as partes e peças que ainda funcionam, placas, circuitos, memória, como acontece em lojas da região da rua Santa Ifigênia. Outra forma é a trituração e a exportação do material. Hoje o Brasil não tem tecnologia instalada para a recuperação de placa. Então todo mundo que trabalha no mercado, tritura as placas e vende para a Bélgica, para a Alemanha, Canadá. E isso o relatório da ONU não cita, que os ganhos ambientais dos países que mais consomem ficam nos países desenvolvidos. A ONU olha para a Europa e vê empresas que reciclam e recuperam a platina, o ouro, a prata. E olha para os emergentes e toca o terror dizendo que a região vai virar uma pilha de eletroeletrônico. Agora, você não vê ninguém da Europa vindo buscar monitor para reciclar.
Nada é processado no Brasil? 
Não, nada. Quem faz isso, faz de forma incipiente. O que nós temos avançado é na recuperação de plástico, de fios, cabos. Agora, a parte mais nobre do negócio é exportada.
Como estimular que a reciclagem seja feita aqui?
Hoje nós não temos escala porque o computador passa de mão para mão. Nós temos a cultura de extrapolar a vida útil do produto. Primeiro precisamos pensar que se uma TV tem uma vida útil de 4 anos, no fim de quatro anos, não vai ser reinserida em lugar nenhum, vai ser reciclada.


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  • Reduzir é o primeiro passo e o mais importante. Numa sociedade de consumo, onde os produtos e as embalagens abundam, os custos de tratamento ou eliminação de resíduos são elevados. Só reduzindo a quantidade de produtos comprados e consumidos é que é possível diminuir a quantidade de resíduos existentes.
  • Reutilizar é o segundo passo, no sentido em que, ao dar novos usos aos resíduos que são produzidos, evita-se que passem por um novo ciclo de transformação ou por processos de tratamento ou eliminação, processos esse que representam custos para a sociedade e para o ambiente.
  • Reciclar é a terceira prioridade e deve ocorrer quando não é possível deixar de produzir um resíduo ou quando não se encontra outra utilização possível para esse objecto. Nesse caso, é importante que o resíduo não seja depositado junto com os indiferenciados (o chamado “lixo normal”) ou num aterro (ou pior, abandonado na natureza), mas sim que seja reciclado. Para garantir que seja reaproveitado como matéria-prima e transformado num novo produto, basta depositá-lo no local apropriado.
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domingo, 23 de dezembro de 2012

Natal 2012

        NATAL SOMOS NÓS
Natal somos nós quando decidimos nascer de novo, a cada dia, nos transformando.
Somos o
 pinheiro de natal quando resistimos vigorosamente aos tropeços da caminhada.
Somos os
 enfeitesde natal quando nossas virtudes, nossos atos, são cores que adornam.
Somos os
 sinos do natal quando chamamos, congregamos e procuramos unir.
Somos luzes do natal quando simplificamos e damos soluções.
Somos
 presépios do natal quando nos tomamos pobres para enriquecer a todos.
Somos os 
anjos do natal quando cantamos ao mundo o amor e a alegria.
Somos os
 pastores de natal quando enchemos nossos corações vazios com Aquele que tudo tem.
Somos
 estrelas do natal quando conduzimos alguém ao Senhor.
Somos os
 Reis Magos quando damos o que temos de melhor, não importando a quem.
Somos as
 velas do natal quando distribuímos harmonia por onde passamos
Somos
 Papai Noel quando criamos lindos sonhos nas mentes infantis.
Somos os 
presentes de natal quando somos verdadeiros amigos para todos.
Somos cartões de natal quando a bondade está escrita em nossas mãos.
Somos as 
missas do natal quando nos tomamos louvor, oferenda e comunhão.
Somos as ceias do natal quando saciamos de pão, de esperança, qualquer pobre do nosso lado.
Somos as festas de natal quando nos despimos do luto e vestimos a gala.
Somos sim, a 
Noite Feliz do Natal, quando humildemente e conscientemente, mesmo sem símbolos e aparatos, sorrimos com confiança e ternura na contemplação interior de um natal perene que estabelece seu Reino em nós.
Obrigado Jesus! 




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sábado, 8 de dezembro de 2012

coleta de material reciclavel em fotaleza


recolhemos do comentos e arquivo da sua empresa damos um destino coreto cem poluir o meio ambiente com total segurança. 





   coleta seletiva 






TELE
COLETA 
  (085)
3284-6707
8723-8202



atitude e sua!







CONTAMOS COM VOCÊ!


O principal ponto é a conscientização do cidadão comum de que é preciso já criar este hábito para a conservação do planeta. Não há mais aquela desculpa de não saber onde entregar seus  materiais recicláveis, pois existe agora um buscador específico que aponta estes locais próximos ao endereço consultado

O diretor conta que a ambrasus possui um grupo de 15 pessoas em campo, que procura novos pontos de coleta de recicláveis para manter o site sempre atualizado. “É importante manter esse pessoal em campo para atualizarmos sempre o site, o grupo fica em constante contato com as cooperativas e comércios, pois sempre surgem novos pontos”, afirma.

 coletamos em sua casa empresa com domínio sem custo algum: 





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